domingo, março 04, 2001

<E se minha carreira não for tudo isso que eu estou imaginando?
E se der tudo errado?
E se eu fizesse tudo isso sem a ajuda de ninguém?
E se eu não quisesse ter uma carreira?
E se eu perder a hora bem no dia?
E se eu decidisse largar tudo?
E se eu estiver certa e o mundo estiver errado?
E se eu falasse não?
E se eu decidisse que sim?
E se eu não falasse nada?
E se eu tomar a decisão errada?
E se não me derem uma segunda chance?
E se eu mentisse?
E se meus pais me abandonarem?
E se eu decepcionar meus pais?
E se eu nunca conseguir entender nada da vida?>>
Putz... Acho que ainda estou um pouquinho indecisa, né?
Esse é um fragmento de um livro do Sean Covey, que eu achei interessante e resolvi publicar aqui... Vê se dá pra fazer uma básica reflexão e ajudar em alguma coisa, tá bem?
Beijão, Mari.

sábado, fevereiro 24, 2001

A pedidos (heheheheh!!), vou deixar pra vocês o meu e-mail, porque com certeza deve ter gente que queira interagir, detonar, dar sugestões ou até mesmo elogiar (opção quase inválida, amigos!!) Pois é, pra todas essas opção ou n.r.a., me escrevam, será sempre um prazer...
É assim, ó: mari_ella@mtv.com.br
Mete bronca e manda bala!!!
Beijão, Mari.
Carnaval em casa... Tem, por acaso, na superfície da Terra, algo mais sacal? Não, relaxa, faz de conta que você está gostando, que vai aproveitar pra se acabar de estudar e levar vantagem, e coisas do tipo. Aproveita (ou pelo menos finge) que está assimilando cultura (inútil não vale!); pode ser que você leve, pelo menos, algum proveito no seu psicológico. Tenta ver um filme ou ler um livro sem se lembrar de todos os teus amigos que estão se divertindo quatrocentos e noventa e sete mil vezes mais que você, porque, afinal, esse número é simbólico, quase nada. Estava eu cá a pensar, acho que vou fazer, durante esse feriado, o "No Limite Psicológico & Virtual". É, as provas vão ser tipo receber uma ligação do celular de um amigo, à meia-noite, da praça principal do Morro Branco, ou então ser convidado pra viajar pra Bahia por e-mail, porque tem outro amigo seu por lá, mas você não pode porque tem a sua irmã de cinco anos de idade sozinha em casa com você. Como você se sairia dessas? Hein? Quem agüentar leva aaaaaaaaaltos prêmios, porque essa tortura chinesa é pior que qualquer esforço físico, pode ter certeza... Pois é gente, vou ler Helena agora, pode ser que me console em alguma coisa... de leve... Se não consolar, aí eu mando todo mundo para *&%$#@!!!

sábado, fevereiro 17, 2001

Sobrevivi às duas primeiras semanas... Acho que vou pedir um bônus ou uma gratificação por serviços prestados àquele colégio!!! Tem noção do sufoco que tem sido colocar a "light" matéria em dia? Tá, eu sei que não sou a única e que tem gente se matando muito mais, mas gente, hello!!! Isso é um abuso!!! E essa redação de um dia de prazo, hein? O que foi aquilo? Ah, sem contar o calendário de provas que já chegou, em contraste com a escassez do "A Luneta Mágica" no mercado, né? Sem condições... E vocês já souberam da nova?? Ha-ha-ha. O show do Chiclete com Banana no Beach Park vai ser dia 24 de março, VÉSPERA DA REDAÇÃO!!! Ah, isso é muito injusto, pra naum dizer ph*d*... Nem, vou parar de falar de pra não me irritar mais... Pois é, amigos, desculpem se eu me excedi na indignação, mas é que ainda não me acostumei com a idéia de que vestibular é um processo pelo qual a gente tem que 'passar' (analise agora todos os sentidos da palavra, processe o que está nas entrelinhas!!!) por ele, faz parte de um ciclo até, que infelizmente teima em ficar por este mundo. Somos alunos Christus (o Gerardo insistiu em colocar isso na minha cabeça) e vamos passar e abalar as estruturas daquelas faculdades, hehehehehehe!!! Ah, finalizei a leitura do livro "Verônika decide morrer", do Paulo Coelho, essa semana. Calma, não estou pensando em suicídio, hehehe!! É um livro bem interessante, vale à pena mesmo. Se puderem, leiam, é dica minha. Daqueles que você nunca fica entediada, muito pelo contrário, fica é mais ansiosa pra concluí-lo. Gente, mas bom mesmo seria se a gente pudesse adquirir o hábito da leitura, pra abrir novos horizontes, né? Adquirir até uma nova ótica a respeito da vida. Recado dado. It's up to you... Beijão, Mari.

sábado, fevereiro 10, 2001